
Bebop


Forjado pelas mãos de uma viúva que trabalhava em um ferro-velho, Bebop era mais do que um simples golem de sucata trabalhador... Ele era o filho que ela nunca pôde ter. Juntos, eles trabalhavam no ferro durante o dia e ouviam jazz à noite.
Era uma rotina previsível e confortável. Mas a criadora de Bebop adoeceu e, embora a senhorita Shelly não fosse concordar com aquilo que Bebop faz à noite para pagar pelos seus remédios, o que os olhos não veem, o coração não sente.


Texto: história oficial do herói no jogo (tradução PT-BR da Valve). Ver habilidades e builds do Bebop →
Fora da HQ
Não oficialNada disso está na história oficial do Bebop. São coisas que os personagens dizem durante as partidas — nas conversas entre heróis, ao matar alguém, nas falas dos Patronos — e que completam a história. Tradução nossa.
A senhorita Shelly não é a dona do Bebop: é a mãe dele.
“Yamato: "Seu mestre está doente?" — Bebop: "Minha mãe. Não meu mestre."”
— Yamato e Bebop, conversa entre eles
Se o ritual der certo, ele quer parar de lutar.
“Se hoje der certo, não vou ter mais motivo pra lutar.”
— Bebop, conversa com a Wraith
Ele foi criado sem as "travas éticas" de outros golems.
“Ah, a senhorita Shelly não acredita nesse tipo de coisa.”
— Bebop, conversa com a McGinnis
O Solomon é amigo da família e esconde da Shelly que o Bebop está no ritual.
“Fica tranquilo, Bebop. Não vou falar nada pra Shelly.”
— Solomon, conversa com o Bebop
O Dynamo se sente parecido com ele: duas almas num corpo de metal.
“Olha, nós dois somos só um par de almas flutuando em corpos de ferro.”
— Dynamo, conversa com o Bebop
Fonte: falas do jogo transcritas pela comunidade em deadlock.wiki ↗. Passe o mouse num balão para ver a fala original em inglês.